×

Reabertura do Teatro Municipal de Araraquara

Reabertura do Teatro Municipal de Araraquara

Nosso maior patrimônio cultural e histórico, de novo, de portas abertas
TEATRO MUNICIPAL

 

 


Senhoras e senhoras, é hora de tomar seus assentos. O espetáculo vai recomeçar…

 

Depois de uma ampla reforma que envolveu desde o reforço das estruturas até a recuperação do paisagismo, a Prefeitura tem o prazer de reabrir as portas do maior patrimônio histórico e cultural de Araraquara, o Teatro Municipal.

 

De 12 a 15 de abril, uma extensa programação cultural gratuita para celebrar esse retorno, numa realização da Secretaria Municipal de Cultura e Fundart, com apoio do governo federal e apoio institucional do Sesc Araraquara 

 

Venha reviver a emoção do Teatro Municipal.

 

 

Confira a programação gratuita:

 

  • Dia 12 de abril – NU’ZS Duo com o show “Chico Buarque – Um outro Olhar” 

Às 20 horas

** Retirada de ingresso a partir das 17h na bilheteria do Teatro até capacidade do local

** Serão entregues até 2 (dois) ingressos por pessoa

 

O show musical “Chico Buarque – Um outro Olhar”, com NU’ZS Duo, formado pelo músico Max Silva e pela cantora e compositora Marcê Porena, abre a programação do dia 12 (sexta-feira). A dupla vem se destacando no cenário musical pela sua originalidade e por introduzir elementos eletrônicos, pop e teatrais, dentro de clássicos e canções populares.

 

O Brasil de Chico Buarque, neste show do NU’ZS Duo, ganha um novo olhar: visceral, pop, original e contemporâneo, com arranjos e interpretações que proporcionam ao público uma nova viagem musical, poética e de sensações.

 

Neste show, 22 canções de Chico Buarque são divididas em 2 atos, sendo o I ato, com arranjos que passeiam pela linguagem da música eletrônica e o II ato mais intimista, com versões com guitarra e voz, revisitadas pelo NU’ZS Duo.

 

O duo foi criado em 2018, quando surge a necessidade dos artistas se reinventarem e adotarem o nome NU’ZS Duo, que tem sua origem em “nudez, despir-se, reinventar-se”, estar livre para experimentar o novo.

 

 

  • Dia 13 – Monólogo teatral “Nasci pra ser Dercy”, com Greace Gianoukas

Às 20 horas

** Retirada de ingresso a partir das 17h na bilheteria do Teatro até capacidade do local

** Serão entregues até 2 (dois) ingressos por pessoa

 

O premiado monólogo “Nasci pra ser Dercy”, estrelado por Grace Gianoukas e escrito e dirigido por Kiko Rieser, presta uma homenagem a Dercy Gonçalves, artista que rompia padrões e inaugurou uma representação genuinamente brasileira nos palcos brasileiros.

 

O texto busca unir o apelo popular e o carisma de Dercy através de uma profunda pesquisa: a peça mostra a importância, muitas vezes ignorada, da atriz para o teatro brasileiro e para a liberdade feminina, bem como sua inquestionável singularidade.

 

Desbocada e defensora da mais profunda liberdade, era muito recatada em sua vida íntima, chegando a se casar e enviuvar anos depois ainda virgem. Contestava frontalmente a censura da ditadura militar, mas se recusava terminantemente a levantar bandeiras políticas específicas que não fossem a da irrestrita liberdade e do respeito a todas as formas de existir.

 

A atriz se consagrou como vedete do Teatro de Revista, mas sua maior contribuição ao teatro brasileiro se deu ao levar essa expertise para a comédia popular, que ela revolucionou inteiramente, trazendo textos fundamentais para o Brasil e instaurando uma nova forma de interpretar, que rompia com todos os padrões e inaugurava nos palcos uma representação genuinamente brasileira. Amada por quase todo o país, Dercy Gonçalves é uma figura largamente reconhecida, mas pouco conhecida de fato.

 

“Dercy Gonçalves é retratada quase sempre como apenas uma velha louca que falava palavrão”, fala Kiko Rieser, que no texto procura revelar ao público a mulher grandiosa e complexa que ela foi. “Uma atriz vinda do teatro de revista que recriou a comédia brasileira. Uma mulher que era chamada de puta, mas que casou e enviuvou virgem, iconoclasta e devota, libertária mas avessa a qualquer bandeira, inclassificável e singular”, completa o autor.

 

 

  • Dia 14 – “Enquanto você voava, eu criava raízes”, com Cia. de Dança “Dos à Deux”

Às 20 horas

** Retirada de ingresso a partir das 17h na bilheteria do Teatro até capacidade do local

** Serão entregues até 2 (dois) ingressos por pessoa

 

A Cia. de Dança “Dos à Deux” apresenta o espetáculo “Enquanto você voava, eu criava raízes”, com a narrativa visual de dois corpos se fundem e se perdem em uma relação precisa entre imagens, fisicalidade, virtuosidade e poesia.

 

Em cena, nenhuma palavra é dita. Nesse navegar por várias linguagens, os significados também se apresentam diversos e chegam ao público em camadas múltiplas e plurais. Entre sonho e realidade, somos apenas um emaranhado de sombras e luzes, diante do imensurável, da imensidão e do mistério do abismo. É um espetáculo sensorial e nos toca ao tratar de múltiplos medos “espaços íntimos de sensações”, como disseram os criadores André Curti (este de Araraquara) e Artur Luanda Ribeiro.

 

O corpo é o guia da partitura e a fonte de leitura do trabalho. As cenas se completam e transitam entre o onírico e a realidade para tratar de um tema que acompanha o ser humano ao longo de sua vida, o medo e sua transformação. “Para mim, nesse espetáculo, ficamos na beira do abismo desde o início”, diz André. “São os abismos que temos dentro de nós, essa sensação de vazio permanente, de que há algo dentro se abrindo e um outro eu está caindo dentro de si”, completa Artur.

 

Nos estranhamos tanto a ponto de nos perdermos no próprio reconhecimento? As imagens são marcadas pela dor e pesar, mas ainda assim há um caminhar, seguir em frente.

 

  • Dia 15: Grande show com Leila Pinheiro

Às 20 horas

** Retirada de ingresso a partir das 17h na bilheteria do Teatro até capacidade do local

** Serão entregues até 2 (dois) ingressos por pessoa

 

 

Intérprete de repertório vasto, a cantora, pianista e compositora Leila Pinheiro, vem tocando e cantando, em seus 43 anos de carreira, o riquíssimo e infinito cancioneiro brasileiro através de seus incontáveis e geniais compositores e poetas.

 

Em um encontro íntimo e ao mesmo tempo vigoroso, de sua voz e piano com o cavaco de 5 cordas e guitarra baiana do grandioso músico petropolitano, radicado no Rio de Janeiro, João Felippe, Leila faz um passeio pelo melhor da MPB, sambas e bossas, tocando e cantando pérolas de compositores geniais, como: Chico Buarque, Ivan Lins, Gonzaguinha, Guilherme Arantes, Paulinho da Viola, Tom Jobim, Roberto Menescal e de compositoras como Zélia Duncan, Marina Lima, Dona Ivone Lara – dentre outras.

 

No show, há ainda espaço para canções de carreira da Leila como “Verde” e “Besame”. Além de algumas surpresas preparadas especialmente para o evento.

 

Para os amantes da boa e eterna música popular brasileira, na voz única de Leila Pinheiro, é daqueles shows de cantar e se emocionar do início ao final e jamais esquecer. Leila Pinheiro não se apresenta em Araraquara desde abril de 2022, quando realizou, com ingressos esgotados, seu show solo no teatro do Sesc na cidade.





Post original através de araraquara.sp.gov.br

Post Comment